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A parceria entre a FANAP e a Web Criações foi, desde o primeiro dia, extremamente produtiva. Demonstração disso é que o sítio da FANAP, no endereço www.fanap.br, possui um lay-out extremamente moderno. A facilidade de acesso às informações, bem como a flexibilidade de plataforma quanto ao navegador utilizado pelo internauta, foram prioridades para nossas equipes... e nossa comunidade acadêmica aprovou, de forma unânime, a iniciativa. Agora estamos, juntos e dia-a-dia, incorporando novas tecnologias e serviços ao sítio, que se tornará um portal institucional em breve.

Parabéns Web Criações.

Prof. Frederico Lucas.
Diretor Geral.

  
Notícias

26/03/2009
Lei contra Crimes Digitais pode obrigar sites a guardar dados de usuários

O Projeto de Lei (PL) do Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que tipifica uma série de crimes no mundo virtual, pode ficar ainda mais rigoroso. A nova legislação, que ainda está sendo estudada, pode obrigar que não só provedores de acesso, mas também provedores de conteúdo - como sites, blogs e redes sociais - guardem dados sobre seus usuários por até três anos.


De acordo com informações obtidas pela reportagem do IDG Now!, existe uma pressão para que o PL que está em tramitação pela Câmara dos Deputados seja aprovado em uma versão modificada, sem os artigos mais polêmicos - o 22, que obriga os provedores de acesso a manter os dados de conexão dos internautas por três anos, e o 285-A, que transforma em  crime o ato de “acessar, indevidamente, informações protegidas por restrição de acesso, contidas em sistema informatizado”.


Esses e outros artigos seriam removidos do atual projeto a fim de aprová-lo rapidamente. Em seguida, esses artigos seriam reapresentados em um projeto complementar, que abordaria a questão dos dados que precisam ser armazenados por provedores não só de acesso, mas de conteúdo, o que inclui “qualquer pessoa jurídica, pública ou privada, que coloque informações à disposição de terceiros por meio da internet”, de acordo com o novo artigo 4º.

Na prática, isso quer dizer que qualquer site deverá ter mecanismos para guardar essas informações e pode ser obrigado a fornecer os dados sempre que for comunicado formalmente pela Justiça.

Em entrevista ao IDG Now!, o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) disse que a pressão para aumentar o controle sobre a internet parte da Polícia Federal (PF). “A PF defende que se aumente (a vigilância)”, afirmou. Segundo o deputado, foi pedido “um tempo para aumentar a discussão. “É evidente que todo o País quer coibir os crimes na internet... mas não tem como aprovar o projeto do jeito que está hoje”, disse Teixeira. Ele afirmou que o projeto voltará a ser discutido na primeira quinzena de abril.

Na avaliação de Sérgio Amadeu, ativista do software livre e diretor de conteúdo da Campus Party, essas alterações "são muito piores do que aquelas que estavam no primeiro substitutivo". "A redação é ampla o suficiente para transformar qualquer um em criminoso", afirma Amadeu. Ele defende que “discussão seja pública, porque ela pode tirar os direitos das pessoas”. “Tem que ter um equilíbrio.”

Fonte: Por Pedro Marques, editor assistente do IDG Now!

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